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Universidade em defesa do Meio Ambiente
23/06/2007
Universidade em defesa do Meio Ambiente
A UNIDAVI comprometida com a preservação ambiental, tem investido em ações, recursos e esforços para a redução de impactos prejudiciais à natureza. Além de campanhas internas de conscientização para diminuir gastos com energia elétrica e água, adotou o uso do papel reciclado para comunicações internas e a utilização de cartuchos e toners remanufaturados.
Também essa semana teve início uma nova campanha, essa junto aos professores da instituição. O pedido é o de que os pincéis (marcadores) utilizados nos quadros brancos das salas de aulas sejam devolvidos após o término da tinta. Os mesmos serão recarregados e reutilizados. A troca pode ser feita na Sala dos Professores e ou na Pró-Reitoria de Ensino (PROEN) durante expediente normal.
Outra ação em favor do Meio Ambiente está ocorrendo aos fundos do campus Rio do Sul. A equipe de manutenção da UNIDAVI está plantando cerca de 400 mudas de 30 espécies nativas na margem direita do Rio Itajaí-Açu. A área começou a ser modificada em fevereiro deste ano para a implantação do projeto: ¿Supressão de Espécies Vegetais Exóticas: Revegetação com Espécies Vegetais Nativas¿, realizado pelo professor e coordenador dos cursos de Ecologia e Ciências Biológicas, Dalmir da Silva.
A extração de 54 exemplares de Pinnus e 25 de Eucaliptus acabou com o risco que as grandes árvores ofereciam às construções próximas e principalmente aos alunos que freqüentavam as quadras de esporte, parque e Centro de Educação Infantil Bosque Encantado. O corte, conforme o professor, foi realizado de acordo com o Código Florestal Brasileiro e a Legislação Ambiental de Santa Catarina. As determinações visam a preservação das faixas marginais e a formação de áreas de proteção. < ?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />
Professores e acadêmicos do curso de Ecologia acompanharam algumas etapas do projeto. O objetivo é conscientizar para a conservação dos ambientes naturais com as espécies nativas. A área não possuía vegetação em 1969, ano em que o campus Rio do Sul começou a ser construído. Para evitar desmoronamento da margem foram plantados, na época, os Pinnus e Eucaliptus, agora substituídos pelas espécies nativas.
Espécies plantadas
Timbaúva - Enterolobium contortisiliquum
Uvaia - Eugenia pyriformis
Ripão ou Barbatimão - Cassia leptophylla
Tarumã - Vitex megapotamica
Pau-cigarra - Senna multijuga
Pata-de-vaca - Bauhinia forficata.
Ipê-roxo - Tabebuia avellanedae
Paineira - Chorisia speciosa
Canjarana - Cabralea canjerana
Pacari - Lafoensia pacari
Canafístula - Peltophorum dubium
Guapuruvu - Schizolobium parahyba
Baguaçu - Talauma ovata
Guabiroba - Campomanesia xanthocarpa
Araçá-vermelho - Psidium cattleyanum
Aroeira-vermelha - Schinus terebinthifolius
Ingá-feijão - Inga marginata
Ingá-macaco - Inga sessilis
Ipê-amarelo - Tabebuia chrysotricha
Araticum - Rollinia sp.
Canela amarela - Nectandra lanceolata
Araçá amarelo - Psidium cattleianum
Chal-chal - Allophylus edulis
Goiaba vermelha - Psidium guajava
Cerejeira - Eugenia involucrata
Cambuim - Eugenia hiemalis
Pitangueira - Eugenia uniflora
Camboatá-vermelho - Cupania vernalis
Açoita-cavalo - Luehea divaricata
Aroeira-periquita - Schinus molle
Sônia Regina da Silva (SC-00737-JP)
sore@unidavi.edu.br